Sabadão organizei e preparei um jantar para um grupo de amigos. Encontro sem muitas formalidades, "chic" sem ser cheio de firulas. Pestiscos, entrada, duas opções de prato e duas opções de sobremesa. Mais uma vez, esqueci de trazer máquina para registrar a movimentação durante o trabalho, mas tudo bem... na próxima garanto que vocês verão as fotos. No fim da noite, quando os cozinheiros conseguem relaxar, eu me encostei no balcão do bar, onde tinha ficado os petiscos, e me peguei comendo as casquinhas (aquelas de alguns posts atrás) de parmesão - muuuuito crocantes com uma manteiga de ervas deliciosa! Aí abro um parênteses para puxar o saco da Val, minha fiel escudeira, que foi quem preparou. Orgulho da professora! A receita segue abaixo. No fim, com várias opções de comida, fiquei só na casquinha com manteiga, de tão bom que estava.
Manteiga de ervas
1 tablete de manteiga sem sal
Salsinha fresca picada
Manjericão fresco picado
Orégano fresco picado
Sal
Pimenta do reino
Noz moscada (esse toque foi por conta dela!)
Deixe a manteiga em temperatura ambiente por cerca de 40 minutos ou até amolecer e ficar cremosa. Misture as ervas e o resto dos ingredientes, coloquem sobre um filme de PVC e façam um rolinho, como se fosse um salame, apertando bem as pontas para não escapar. Leve à geladeira até endurecer e sirva como quiser... com uns pãezinhos quentinhos, sobre um peixe, um frango, pra fazer aquela crostinha de ervas, omeletes, hummm.. que delícia!
22 de fevereiro de 2010
10 de fevereiro de 2010
Não aguenta? Bebe leite
No último final de semana combinamos, Rodrigo e eu, que iríamos até a Vila Madalena tomar todas, só precisávamos escolher entre Filial, Genésio e uma infinidade de botecos disponíveis, no melhor estilo BEBER-CAIR-LEVANTAR. Era como um desafio, para provar que ainda conseguiamos enfrentar um bar por horas a fio. Fomos de táxi logo depois do temporal de sábado e paramos no Filial, que estava vazio para nossa surpresa. Uma mesinha lá no fundo e começamos... uma bebidinha, uma comidinha, outra bebidinha, outra comidinha e assim foi por umas 3 horas até quando não nos desceu mais nada. Rodrigo, naturalmente explicou-me a razão.. "estamos ficando velhos..." Engana-se quem acha que bebemos horrores, não fizemos isso, o fato é que o corpo não tolera mais os exageros de antigamente. De volta pra casa, um taxista espertinho, noite mal dormida e dor de cabeça, claro.
Domingo íamos um bloco de carnaval, mas mudanças de plano nos levaram a outro bar. De repente, estávamos sentados no Salva Jorge. Bebida gelada e comida deliciosa. O resultado não poderia ser outro a não ser leve náuse, dor de cabeça, tontura, dor de estômago. Mas foi bom, muito bom. Até podia escutar alguém me falando aquela máxima "não aguenta? bebe leite". No meu caso, como não gosto de leite, ficarei mesmo com suco de melancia com gengibre!
Saldo do final de semana: chopp, cerveja, caipira de caju, caipirinha de limão com gengibre e mel, alheira, croquete de carne com sal de aipo e bolinho de batata temperada com recheio de calabresa. De lamber os dedos!
Domingo íamos um bloco de carnaval, mas mudanças de plano nos levaram a outro bar. De repente, estávamos sentados no Salva Jorge. Bebida gelada e comida deliciosa. O resultado não poderia ser outro a não ser leve náuse, dor de cabeça, tontura, dor de estômago. Mas foi bom, muito bom. Até podia escutar alguém me falando aquela máxima "não aguenta? bebe leite". No meu caso, como não gosto de leite, ficarei mesmo com suco de melancia com gengibre!
Saldo do final de semana: chopp, cerveja, caipira de caju, caipirinha de limão com gengibre e mel, alheira, croquete de carne com sal de aipo e bolinho de batata temperada com recheio de calabresa. De lamber os dedos!
2 de fevereiro de 2010
28 de janeiro de 2010
Comidinhas para festejar - parte 2
Continuando com as receitinhas para festejar, hoje darei algumas pastinhas para acompanhar aquela cesta de pães que você encomenda na melhor padaria do seu bairro (inclua, por favor, um belo pão italiano, ciabatta, pão preto e uns grissinis).
Pasta de rúcula com mel
(Essa eu aprendi no saudoso Rôti, do chef João Leme, que foi o primeiro restaurante em que estagiei e, posteriormente, trabalhei; mesmo que você não seja fã de pratos adocicados, experimente essa receita, o mel dá um toque todo especial)
1 peça de ricota
1/2 maço de rúcula, aproximadamente (lavada, pelo amor de Deus)
Mel, sal e pimenta a gosto
Creme de leite fresco o suficiente para dar o ponto desejado
Bata todos os ingredientes no processador e coloque o creme de leite até dar ponto (eu gosto mais durinho, pra pegar com espátula; lembre-se que a rúcula vai soltar um pouco de água, então não exagere no creme). Refrigere antes de servir. Se quiser impressionar os amigos, pegue um pedaço de filme de PVC, coloque um aro de confeitaria no meio e encha com a pasta, apertando bem com uma colher. Envolva bem com o plástico e leve para gelar. No momento de servir, desenforme sobre um pratinho.
Babaganuche
(Essa eu aprimorei desde que comecei a trabalhar na Hebraica. Lá, pela herança culinária/cultural, cada um tem uma receita diferente, então eu criei a minha preferida)
4 berinjelas grandes e firmes
1 colher (sopa) de cebola picadíssima (isso é, pique muito, muito, muito pequeno)
1 pontinha de pimenta dedo-de-moça picada
3 colheres (sopa) de tahine
Salsinha fresca picadinha
Sal e suco de limão a gosto
Queima as berinjelas na chama do fogão. Para quem não está acostumado, vá com fé e perseverança que no fim dá certo. O ponto de tirar do fogo é quando soltar fumaça e a casca estiver bem torrada - é necessário virar e torrá-las por inteiro). Passado esse momento de defumação, abra as berinjelas ao meio, no comprimento, e retire a polpa com uma colher. Não queremos casca queimada, então tenha paciência para tirar só a polpa. Passe para uma tábua e bata com uma faca, até desfazer. Tempere com cebola, pimenta, tahine, salsinha, sal e suco de limão. Deixe na geladeira algumas horas para apurar. No dia seguinte fica ainda mais gostoso.
Por hoje é só! Beijinhos a todos.
Pasta de rúcula com mel
(Essa eu aprendi no saudoso Rôti, do chef João Leme, que foi o primeiro restaurante em que estagiei e, posteriormente, trabalhei; mesmo que você não seja fã de pratos adocicados, experimente essa receita, o mel dá um toque todo especial)
1 peça de ricota
1/2 maço de rúcula, aproximadamente (lavada, pelo amor de Deus)
Mel, sal e pimenta a gosto
Creme de leite fresco o suficiente para dar o ponto desejado
Bata todos os ingredientes no processador e coloque o creme de leite até dar ponto (eu gosto mais durinho, pra pegar com espátula; lembre-se que a rúcula vai soltar um pouco de água, então não exagere no creme). Refrigere antes de servir. Se quiser impressionar os amigos, pegue um pedaço de filme de PVC, coloque um aro de confeitaria no meio e encha com a pasta, apertando bem com uma colher. Envolva bem com o plástico e leve para gelar. No momento de servir, desenforme sobre um pratinho.
Babaganuche
(Essa eu aprimorei desde que comecei a trabalhar na Hebraica. Lá, pela herança culinária/cultural, cada um tem uma receita diferente, então eu criei a minha preferida)
4 berinjelas grandes e firmes
1 colher (sopa) de cebola picadíssima (isso é, pique muito, muito, muito pequeno)
1 pontinha de pimenta dedo-de-moça picada
3 colheres (sopa) de tahine
Salsinha fresca picadinha
Sal e suco de limão a gosto
Queima as berinjelas na chama do fogão. Para quem não está acostumado, vá com fé e perseverança que no fim dá certo. O ponto de tirar do fogo é quando soltar fumaça e a casca estiver bem torrada - é necessário virar e torrá-las por inteiro). Passado esse momento de defumação, abra as berinjelas ao meio, no comprimento, e retire a polpa com uma colher. Não queremos casca queimada, então tenha paciência para tirar só a polpa. Passe para uma tábua e bata com uma faca, até desfazer. Tempere com cebola, pimenta, tahine, salsinha, sal e suco de limão. Deixe na geladeira algumas horas para apurar. No dia seguinte fica ainda mais gostoso.
Por hoje é só! Beijinhos a todos.
27 de janeiro de 2010
Estamos em festa!
Ontem foi oficialmente inaugurada a loja virtual da "Cozinha Ana Recchia", com acessórios e enxoval para cozinhas. Passem por lá e confiram as novidades... www.cozinhaanarecchia.elo7.com.br
Como estamos em festas, nada melhor que comidinhas deliciosas e super práticas de preparar, não é mesmo? Experimente!
Tomatinhos assados com ervas
2 bandejasde tomate cereja maduros, lavados e cortados ao meio
1 dente de alho picado
2 colheres (chá) de sal
3 colheres (chá) de açúcar
Tomilho fresco a gosto
Salsinha fresca a gosto
Azeite e pimenta-do-reino a gosto
Tempere os tomates com alho, sal, açúcar, tomilho, salsinha, azeite e pimenta. Passe para uma assadeira e asse, em forno médio (180ºC), por cerca de 20 minutos ou até começarem a dourar. Retire e reserve.
Casquinhas crocantes
4 unidades de pão sírio
Alecrim a gosto
1 dente de alho picado
Azeite a gosto
Misture o alecrim, o alho e o azeite e pincele sobre o pão sírio. Corte em pedaços menores, passe para uma assadeira e asse em forno médio (170ºC), por cerca de 20 minutos ou até ficar dourado. Espere esfriar e sirva.
Bom apetite!
Como estamos em festas, nada melhor que comidinhas deliciosas e super práticas de preparar, não é mesmo? Experimente!
Tomatinhos assados com ervas
2 bandejasde tomate cereja maduros, lavados e cortados ao meio
1 dente de alho picado
2 colheres (chá) de sal
3 colheres (chá) de açúcar
Tomilho fresco a gosto
Salsinha fresca a gosto
Azeite e pimenta-do-reino a gosto
Tempere os tomates com alho, sal, açúcar, tomilho, salsinha, azeite e pimenta. Passe para uma assadeira e asse, em forno médio (180ºC), por cerca de 20 minutos ou até começarem a dourar. Retire e reserve.
Casquinhas crocantes
4 unidades de pão sírio
Alecrim a gosto
1 dente de alho picado
Azeite a gosto
Misture o alecrim, o alho e o azeite e pincele sobre o pão sírio. Corte em pedaços menores, passe para uma assadeira e asse em forno médio (170ºC), por cerca de 20 minutos ou até ficar dourado. Espere esfriar e sirva.
Bom apetite!
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21 de janeiro de 2010
Um "salve" pra Fig's
Pessoal, o sumiço acabou, estou de volta! O sumiço temporário foi por colocar esforços para a loja da "Cozinha Ana Recchia" funcionar, e logo logo vocês verão o resultado.
Hoje quero mandar um "salve" lá pra Campinas, pra Fig's. Fig's=abreviação de Figueiredo=sobrenome da Júlia=minha melhor amiga=mãe da Ana e da Louise. Pra quem acredita, ela é minha alma gêmea; pra quem não acredita, imaginem que é tão frequente pensarmos as mesmas coisas que muitas vezes caimos na risada sem nem abrir a boca e dizer uma só palavra. Entre idas e vindas para o Brasil, já tenho duas sobrinhas, duas garotinhas deliciosas e muito queridas, a Ana, que está com 3 anos e a Louise, que amanhã completará seu primeiro ano de vida. E junto tem um cozinheiro francês na bagagem, mas isso é história para outro dia. Bom, a Ana é minha afilhada, com certificado e tudo, até curso de madrinha fiz, acreditam? É essa mocinha que ilustra a minha foto do perfil, que na ocasião fazia um delicioso creme de chocolate; sabe como é, filha de cozinheiros acaba se virando desde muito cedo na cozinha! rs. A Loulou é minha sobrinha, linda de viver, uma alegria. Na última vez que estivemos juntas ela parou mais de meia hora no meu colo, o que pode ser considerado um milagre. Não que eu não tenha desenvoltura com crianças, quero deixar bem claro.
Voltando a Júlia... nos conhecemos na época da faculdade de gastronomia, quando moramos juntas na "Terra do Nunca", Águas de São Pedro (só quem passou por lá sabe do que estou falando) e ficamos muito amigas. Costumávamos ir para Águas juntas, ela passava me pegar de carro em Santa Bárbara. Paramos certa vez na Esalq, em Piracicaba e decidimos rolar na grama, muito sem noção. Fomos coçando de lá até em casa, a grama pinicando até não poder mais. Promovíamos, também, as jogatinas vespertinas no nosso apê, com direito a queijo meia cura e cachaça (nesses encontros outra amiga, a Amanda, juntava-se a nós e às vezes o Vinícius também). Fazíamos a noite das meninas, quando saíamos meio sem rumo nem compromissos pra algum lugar e nos divertíamos, simplesmente. Tem também a fantástica história do suco do Frevo! ahahaa... éramos recém chegadas em São Paulo, viemos fazer estágios nos restaurantes, e combinamos de nos encontrar no shopping iguatemi. Ela veio do Butantã (pensa só, dezembro, um calor do cão) e eu de Pinheiros. Quando nos vimos fomos direto procurar alguma coisa pra beber e paramos no Frevo. Eu pedi um suco de laranja e ela eu não me lembro bem. Quando o suco chegou eu bebi todinho de uma vez, sugando aquele canudinho como se fosse o único líquido do mundo. Ela ficou parada olhando, sem acreditar direito no que via. De repente, quando acabei, levantei a cabeça e caimos - mais uma vez - na risada, até chorar. Que delícia relembrar essas histórias!
Sei que ultimamente ela não tem tido muito tempo para ficar à toa na internet, acho que nem conhece o blog ainda, mas fica aqui minha homenagem a ela. AQUELE!
Hoje quero mandar um "salve" lá pra Campinas, pra Fig's. Fig's=abreviação de Figueiredo=sobrenome da Júlia=minha melhor amiga=mãe da Ana e da Louise. Pra quem acredita, ela é minha alma gêmea; pra quem não acredita, imaginem que é tão frequente pensarmos as mesmas coisas que muitas vezes caimos na risada sem nem abrir a boca e dizer uma só palavra. Entre idas e vindas para o Brasil, já tenho duas sobrinhas, duas garotinhas deliciosas e muito queridas, a Ana, que está com 3 anos e a Louise, que amanhã completará seu primeiro ano de vida. E junto tem um cozinheiro francês na bagagem, mas isso é história para outro dia. Bom, a Ana é minha afilhada, com certificado e tudo, até curso de madrinha fiz, acreditam? É essa mocinha que ilustra a minha foto do perfil, que na ocasião fazia um delicioso creme de chocolate; sabe como é, filha de cozinheiros acaba se virando desde muito cedo na cozinha! rs. A Loulou é minha sobrinha, linda de viver, uma alegria. Na última vez que estivemos juntas ela parou mais de meia hora no meu colo, o que pode ser considerado um milagre. Não que eu não tenha desenvoltura com crianças, quero deixar bem claro.
Voltando a Júlia... nos conhecemos na época da faculdade de gastronomia, quando moramos juntas na "Terra do Nunca", Águas de São Pedro (só quem passou por lá sabe do que estou falando) e ficamos muito amigas. Costumávamos ir para Águas juntas, ela passava me pegar de carro em Santa Bárbara. Paramos certa vez na Esalq, em Piracicaba e decidimos rolar na grama, muito sem noção. Fomos coçando de lá até em casa, a grama pinicando até não poder mais. Promovíamos, também, as jogatinas vespertinas no nosso apê, com direito a queijo meia cura e cachaça (nesses encontros outra amiga, a Amanda, juntava-se a nós e às vezes o Vinícius também). Fazíamos a noite das meninas, quando saíamos meio sem rumo nem compromissos pra algum lugar e nos divertíamos, simplesmente. Tem também a fantástica história do suco do Frevo! ahahaa... éramos recém chegadas em São Paulo, viemos fazer estágios nos restaurantes, e combinamos de nos encontrar no shopping iguatemi. Ela veio do Butantã (pensa só, dezembro, um calor do cão) e eu de Pinheiros. Quando nos vimos fomos direto procurar alguma coisa pra beber e paramos no Frevo. Eu pedi um suco de laranja e ela eu não me lembro bem. Quando o suco chegou eu bebi todinho de uma vez, sugando aquele canudinho como se fosse o único líquido do mundo. Ela ficou parada olhando, sem acreditar direito no que via. De repente, quando acabei, levantei a cabeça e caimos - mais uma vez - na risada, até chorar. Que delícia relembrar essas histórias!
Sei que ultimamente ela não tem tido muito tempo para ficar à toa na internet, acho que nem conhece o blog ainda, mas fica aqui minha homenagem a ela. AQUELE!
11 de janeiro de 2010
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